JÚLIO CÉSAR, Advogado

JÚLIO CÉSAR

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"Fortaleça teu coração e espera no Senhor " (Salmos 26)
Advogado desde 1997. Formado pela UNISANTOS. Dono do Escritório “Advocacia Lellis”em Santos/SP. Atuante nas áreas do Direito Público e Privado: Civil (consumidor, empresarial, imobiliário, contratos, usucapião e posse, reparação por danos , família, sucessões etc); Penal; Trabalhista; Previdenciário; Tributário; etc. Especialista em Direito Empresarial e Tributário. Formado em Didática para o Ensino Superior e Metodologia Jurídica. Professor e Escritor.

Principais áreas de atuação

Direito Penal, 4%
Direito Empresarial, 4%
Direito Processual Civil, 4%
Direito Imobiliário, 4%
Outras, 84%

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JÚLIO CÉSAR, Advogado
JÚLIO CÉSAR
Comentário · há 4 anos
Concordo com o Tribunal. Hoje em dia, muitas coisas mudaram, não apenas a evolução da informática que viabiliza que alguns profissionais despreparados ou inseguros façam suas peças iniciais ou intermediárias se valendo de outras preexistentes e fazem uma verdadeira peça “Frankenstein”, ou seja, um monstro jurídico de retalhos de palavras desconexadas que nem a vistas grossas passa despercebido, não apenas pelo magistrado, mas pelo próprio advogado da parte contrária; texto enormes que se identificam com teses de mestrados desnecessários haja vista o princípio narra mihi factum dabo tibi ius- narra-me o fato que te darei o direito. Peça longa com teses de direito, não é sinônimo de conhecimento do advogado, mas “pode” ser insegurança ou desconhecimento da matéria que faz com que busque tentar convencer o juiz com vários textos já utilizados em casos semelhantes, transparecendo uma verdadeira verborragia jurídica. Mas se por um lado temos o advogado “colador” por outro temos a Justiça com poucos juízes, poucos funcionários, muitos processos e a falta de estrutura para que se ponham em prática os princípios norteadores da Teoria do Processo, tais como da economia, simplicidade e celeridade processual. Em último caso, claro, somente em último caso, é que estas peças longínquas podem se deparar com Cartórios ineficientes e magistrados paraquedistas aqueles acomodados, sempre esperando uma valorização profissional referente ao seu salário para atuar com o mister para o qual lhe imbuia o espírito na época desbravadora de “concurseiro”, capaz de descobrir os sete mares em busca de seu ideal de estabilidade e de amor ao próximo; estes que não se revestem do manto sacerdotal adequado ao verdadeiro espírito judiciário "iura novit curia", capaz de julgar, com justiça, seja o que for, com eficiência e rapidez, independentemente de ser a peça inicial curta, média ou longa... Vai um cafezinho aí!

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